Working Capital Metrics


As equipes de tesouraria e finanças da sede frequentemente se encontram em uma posição frustrante quando se trata de gerenciar o capital de giro em toda a organização. Embora desempenhem um papel crítico no fornecimento de liquidez, às vezes têm capacidade limitada para influenciar a eficiência do processo de capital de giro que financiam. Em última análise, o custo de um ciclo de capital de giro mal gerido terá um impacto constante nos lucros e, se a tesouraria for obrigada a financiar déficits, os custos de juros externos aumentarão.
Os termos gestão de caixa e gestão de capital de giro são frequentemente usados de forma intercambiável em um ambiente corporativo. Isso pode ser um pouco enganoso, pois, embora sejam disciplinas intimamente relacionadas, o caixa é simplesmente um aspecto da gestão de capital de giro. Portanto, os controladores e tesoureiros da sede que buscam iniciar melhorias no capital de giro precisarão, primeiramente, entender o comportamento dos ativos e passivos de curto prazo que impulsionam o processo – notadamente contas a pagar, contas a receber e estoque.
Quem está envolvido no Processo?
Em grandes empresas, muitas pessoas desempenham um papel no ciclo de capital de giro. A composição exata das partes interessadas variará dependendo da empresa e do setor, mas, tipicamente, pessoas dos seguintes departamentos terão a maior influência:
Vendas – As equipes de vendas acordam os termos de pagamento com clientes novos e existentes. Os termos de pagamento oferecidos pelas equipes de vendas são uma parte fundamental das negociações comerciais, especialmente em setores de baixa margem, e influenciarão o capital de giro futuro.
Crédito e Cobrança – As equipes de crédito desempenham um papel duplo na gestão do capital de giro. Primeiramente, devem estar envolvidas na definição de limites e termos de crédito aceitáveis que podem ser oferecidos por suas equipes de vendas aos clientes. Em segundo lugar, as equipes de crédito e cobrança monitoram as faturas dos clientes em relação aos termos de crédito e cobram pagamentos em atraso quando necessário.
Compras – As equipes de compras têm uma enorme influência sobre o capital de giro, pois, na maior parte, controlam os níveis de estoque mantidos pelas empresas. Para um negócio baseado em manufatura, com grandes necessidades de matéria-prima, as compras serão tipicamente os maiores gastadores e controlarão os maiores orçamentos.
Que métricas devo monitorar?
Qualquer proposta ou estratégia de melhoria deve ser apoiada por fatos. Ao compreender as métricas que influenciam o capital de giro em sua organização, você estará em uma posição melhor para influenciar positivamente o processo geral. Comece com as métricas mais simples e concentre-se nas maiores seções do seu negócio ou nas áreas que experimentam maior volatilidade.
Obter visibilidade sobre as seguintes métricas e compreender sua variabilidade fornecerá a base para quaisquer esforços de melhoria:
Prazo Médio de Recebimento (DSO) – O DSO mostra quanto tempo leva para receber o dinheiro dos clientes. Cobranças de vendas mais rápidas têm um impacto positivo no capital de giro.

Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores (DPO) - O DPO mostra quanto tempo leva para pagar os fornecedores. Prazos de pagamento mais longos têm um impacto positivo no capital de giro.

Dias de Estoque em Aberto (DIO) – O DIO mostra a rapidez com que o estoque é vendido. Vender o estoque mais rapidamente tem um impacto positivo no capital de giro, pois significa que o dinheiro não fica retido em mercadorias não vendidas.

Ciclo de Conversão de Caixa (CCC) – O CCC utiliza DSO, DPO e DIO para demonstrar a eficácia de uma empresa na gestão de seus ativos e passivos de curto prazo. Este é um indicador chave da eficiência da gestão.

Um ciclo de conversão de caixa curto indica que uma empresa está gerenciando seu ciclo de capital de giro de forma eficiente e o caixa está sendo convertido rapidamente de matérias-primas em recebimentos de vendas em dinheiro.
Para realizar melhorias no capital de giro, as equipes de finanças e tesouraria devem estar firmemente alinhadas com as pessoas que gerenciam os vários componentes do ciclo, ao mesmo tempo em que possuem um sólido entendimento das métricas de desempenho e dos KPIs. Sem acesso e compreensão das métricas que regem seu ciclo de capital de giro, será impossível iniciar mudanças positivas.
Working Capital Metrics
As equipes de tesouraria e finanças da sede frequentemente se encontram em uma posição frustrante quando se trata de gerenciar o capital de giro em toda a organização. Embora desempenhem um papel crítico no fornecimento de liquidez, às vezes têm capacidade limitada para influenciar a eficiência do processo de capital de giro que financiam. Em última análise, o custo de um ciclo de capital de giro mal gerido terá um impacto constante nos lucros e, se a tesouraria for obrigada a financiar déficits, os custos de juros externos aumentarão.
Os termos gestão de caixa e gestão de capital de giro são frequentemente usados de forma intercambiável em um ambiente corporativo. Isso pode ser um pouco enganoso, pois, embora sejam disciplinas intimamente relacionadas, o caixa é simplesmente um aspecto da gestão de capital de giro. Portanto, os controladores e tesoureiros da sede que buscam iniciar melhorias no capital de giro precisarão, primeiramente, entender o comportamento dos ativos e passivos de curto prazo que impulsionam o processo – notadamente contas a pagar, contas a receber e estoque.
Quem está envolvido no Processo?
Em grandes empresas, muitas pessoas desempenham um papel no ciclo de capital de giro. A composição exata das partes interessadas variará dependendo da empresa e do setor, mas, tipicamente, pessoas dos seguintes departamentos terão a maior influência:
Vendas – As equipes de vendas acordam os termos de pagamento com clientes novos e existentes. Os termos de pagamento oferecidos pelas equipes de vendas são uma parte fundamental das negociações comerciais, especialmente em setores de baixa margem, e influenciarão o capital de giro futuro.
Crédito e Cobrança – As equipes de crédito desempenham um papel duplo na gestão do capital de giro. Primeiramente, devem estar envolvidas na definição de limites e termos de crédito aceitáveis que podem ser oferecidos por suas equipes de vendas aos clientes. Em segundo lugar, as equipes de crédito e cobrança monitoram as faturas dos clientes em relação aos termos de crédito e cobram pagamentos em atraso quando necessário.
Compras – As equipes de compras têm uma enorme influência sobre o capital de giro, pois, na maior parte, controlam os níveis de estoque mantidos pelas empresas. Para um negócio baseado em manufatura, com grandes necessidades de matéria-prima, as compras serão tipicamente os maiores gastadores e controlarão os maiores orçamentos.
Que métricas devo monitorar?
Qualquer proposta ou estratégia de melhoria deve ser apoiada por fatos. Ao compreender as métricas que influenciam o capital de giro em sua organização, você estará em uma posição melhor para influenciar positivamente o processo geral. Comece com as métricas mais simples e concentre-se nas maiores seções do seu negócio ou nas áreas que experimentam maior volatilidade.
Obter visibilidade sobre as seguintes métricas e compreender sua variabilidade fornecerá a base para quaisquer esforços de melhoria:
Prazo Médio de Recebimento (DSO) – O DSO mostra quanto tempo leva para receber o dinheiro dos clientes. Cobranças de vendas mais rápidas têm um impacto positivo no capital de giro.

Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores (DPO) - O DPO mostra quanto tempo leva para pagar os fornecedores. Prazos de pagamento mais longos têm um impacto positivo no capital de giro.

Dias de Estoque em Aberto (DIO) – O DIO mostra a rapidez com que o estoque é vendido. Vender o estoque mais rapidamente tem um impacto positivo no capital de giro, pois significa que o dinheiro não fica retido em mercadorias não vendidas.

Ciclo de Conversão de Caixa (CCC) – O CCC utiliza DSO, DPO e DIO para demonstrar a eficácia de uma empresa na gestão de seus ativos e passivos de curto prazo. Este é um indicador chave da eficiência da gestão.

Um ciclo de conversão de caixa curto indica que uma empresa está gerenciando seu ciclo de capital de giro de forma eficiente e o caixa está sendo convertido rapidamente de matérias-primas em recebimentos de vendas em dinheiro.
Para realizar melhorias no capital de giro, as equipes de finanças e tesouraria devem estar firmemente alinhadas com as pessoas que gerenciam os vários componentes do ciclo, ao mesmo tempo em que possuem um sólido entendimento das métricas de desempenho e dos KPIs. Sem acesso e compreensão das métricas que regem seu ciclo de capital de giro, será impossível iniciar mudanças positivas.

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